António Durães

Origem: Évora

Géneros: encenação

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Profissional de teatro desde 1984, fez a sua formação na Escola de Formação Teatral do Centro Cultural de Évora. Encenou L’Elisir d’Amore, de Donizetti (2005) para o Circulo Portuense de Ópera, e a Ópera dos Três Vinténs, de Brecht/Weill (2015), para o Estúdio de Ópera da ESMAE. No entretanto encenou, entre outros: Maldoror (Lautréamont) para os Mão Morta (2010), Winterreise, de Schubert (2011), Rita, de Donizetti (2013), O Cavaleiro das Mãos Irresistíveis, de Ruy Coelho (2015), A Querela dos Grilos, de Fátima Fonte (2014), L’Enfant et les Sortileges e L’Heure Espagnole de Ravel (2011), Orfeu nos Infernos de Ofenbach, entre outros. Em dezembro de 2012 encenou Então Ficamos, o espectáculo de não-encerramento de Guimarães Capital Europeia da Cultura. É, desde 2001, professor de interpretação (cursos de teatro e música/canto) da ESMAE.